segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ursinho..

Sabe aquelas cenas a gente vê só em desenho animado?

pois é..

saca só:








Um filhote de urso acabou com um pote preso na cabeça enquanto buscava comida com sua mãe em Grantsburg, no Wisconsin (EUA). Como a mãe estava muito próxima, os funcionários do Departamento de Estado dos Recursos Naturais (DNR) não conseguiram chegar perto do filhote, que ainda era capaz de subir em árvores. Segundo o departamento, quando os dois ursos foram capturados, o pote foi encontrado em pedaços ao lado deles, possivelmente depois que a mãe destruiu o objeto. (Foto: AP)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Kisse me!

O beijo.
A história..









Os historiadores não sabem muito sobre a história inicial do beijo. Quatro textos em Sânscrito Védico, escritos na Índia por volta de 1500 a.C., parecem descrever pessoas se beijando. Isso não significa que ninguém tenha se beijado antes, nem que os indianos tenham sido os primeiros a se beijar. Os artistas e escritores podem ter considerado o beijo particular demais para ser descrito na arte ou literatura.

Após sua primeira menção por escrito, o beijo não apareceu muito na arte ou na literatura por algumas centenas de anos. O poema épico indiano "Mahabharata" descreve o beijo nos lábios como um sinal de afeto. O "Mahabharata" foi transmitido oralmente por milhares de anos antes de ser escrito e padronizado, em torno de 350 d.C. O texto religioso indiano "Vatsyayana Kamasutram", ou o "Kama Sutra", também descreve uma variedade de beijos. Ele foi escrito no século VI d.C. Os antropólogos que acreditam que o beijo é um comportamento aprendido afirmam que os gregos souberam sobre ele quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia em 326 a.C.


Não há muitos registros sobre os beijos no mundo ocidental até a época do Império Romano. Os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:

>osculum era um beijo na bochecha
>basium era um beijo nos lábios
>savolium era um beijo profundo


***


Os romanos também iniciaram várias tradições relacionadas ao beijo que perduram até hoje. Na Roma antiga, os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente na frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam ao final de cerimônias de casamento. Além disso, embora a maioria das pessoas pense que somente cartas de amor são "seladas com um beijo", os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais. Os antigos romanos também costumavam beijar como parte de suas campanhas políticas. No entanto, vários escândalos de "beijos por votos" na Inglaterra do século XVIII levaram, teoricamente, os candidatos a beijar somente jovens e idosos.




O beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com freqüência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objetivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.

Até 1528, o beijo sagrado era parte da missa católica. No século XIII, a Igreja Católica o substituiu por um cumprimento de paz. A Reforma Protestante no século XVI removeu totalmente o beijo da prática protestante. Na verdade, o beijo sagrado não exercia uma função na prática católica religiosa moderna, embora alguns cristãos beijem símbolos religiosos, como o anel do Papa, por exemplo.

Embora, atualmente, poucos religiosos incorporem o beijo sagrado, o beijo ainda prevalece na cultura ocidental. Hoje em dia, as pessoas se beijam em várias situações por motivos diversos.

Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura como "Romeu e Julieta" descreveram beijos como "perigosos" ou "mortais" quando compartilhados com as pessoas erradas. Alguns estudiosos do folclore e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes de se beijar a pessoa errada.

A kiss!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Vacina na veia..

Ana Cañas
Vacina na Veia

The beauty of the sun
By and by, a cloud
Takes all away











Shakespeare

Se você olhar pra trás e sentir uma saudade
Não espere, não vacile
Vá em frente e volte atrás

O passado não condena, só talvez não viva mais
O passado não condena, só talvez não viva mais

Mas caso tenha esquecido levemente o ocorrido
Tá tudo aqui guardado para sempre ser lembrado

Uma mancada como aquela, a gente acaba esperta
Uma mancada como aquela, a gente acaba esperta

Vacina na veia para não cair na teia
Vacina na veia para não

E não se faça de coitado, de esquecido ou de confuso
Aqui não tem otária, só mulher com a guarda em punho

Quando a coisa ficou preta, que vacilo, coisa feia!
Quando a coisa ficou preta, que vacilo, coisa feia!

Pra onde foi? Onde ficou aquela coisa verdadeira?
O forte ficou fraco, e do homem fez-se o rato

Mas um dia a sorte muda e o sacana vira Buda
A vida sempre ensina quem da sorte ainda precisa

Vacina na veia para não cair na teia
Vacina na veia para não