sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Halloween day's

É não sou a favor. até porque é um costume americano, então pela lógica não tem sentido os brasileiros comemorarem.. até por que é uma festa pagã pra quem não sabe

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Por trás do nome ... Dia das Bruxas, ou a venerar E'en como lhe chamam na Irlanda, significa Todos Hallows Eve, ou a noite antes do 'All Hallows', também chamado de "Dia de finados Todos", ou "All Saints", ou "Dia de Finados, observados em 1 º de novembro.Na velha Inglês a palavra "honrar" significava "santificar".

Católicos Romanos, Episcopalians e Lutherians utilizado para observar Todas Hallows Dia para homenagear todos os santos do céu, conhecidos ou desconhecidos.Eles usaram a analisá-lo com toda a solenidade como um dos mais significativos observâncias da Igreja ano.,
Os Católicos, e todas as coisas diversas, foram obrigados a assistir a Missa. Os romanos observadas as férias de Feralia, destinados a dar descanso e paz para o divergiu. Participantes sacrifícios feitos em honra dos mortos, ofereceram-se orações por eles.
O festival foi celebrado em 21 de fevereiro, ao final do ano romano.No 7 º século, o Papa Bonifácio IV introduziu Dia de Todos os Santos para substituir o pagão festival dos mortos. Foi observado em 13 de maio.
Mais tarde, Gregório III alterou a data para 1 de novembro.A Igreja Ortodoxa Grega observa-lo no primeiro domingo depois de Pentecostes.
Apesar desta ligação com a Igreja romana, a versão americana do Halloween Dia comemoração deve a sua origem até a antiga (pré-Cristãos) Um festival chamado "Samhain", celebrado pelos Celtas, na Escócia, País de Gales e na Irlanda.
Samhain é pronunciado "semeia-in", com "semear" rimado com a vaca. Na Irlanda, o festival era conhecido como Samhein, ou La Samon, a Festa do domingo.Na Escócia, a celebração era conhecido como Hallowe'en.
Em galês é Nos Galen-gaeof (isto é, a Noite das calendas de Inverno. Segundo o dicionário Inglês irlandês Irish Textos publicados pela Sociedade: "Samhain, Todos Hallowtide, a festa dos mortos no cristã e pagã vezes,perto do início da colheita e da época de Inverno, com duração até maio, período durante o qual tropas (especialmente o Fiann) foi esquartejado. Faeries foram imaginados como particularmente ativos no presente temporada.
O Celtic Gods dos mortos eram Gwynn ap Nudd para os britânicos, e Arawn para o galês. Os irlandeses não tinham um "senhor da morte" como tal. Deste modo, a maioria dos costumes ligados à Dia são os restos das antigas crenças religiosas e rituais, o primeiro dos druidas e, em seguida, transcendeu entre os cristãos romanos, que eles conquistaram.

Preferi uma definição americana pois´não omite nada e apesar de ser um texto que traduzi acredito que fiocu bem claro que o Halloween é uma história de tradições religiosas, sacrifícios e folclore. Enquanto parece-me estranho para entender a motivação destas ações antigas, é bom saber as raízes da nossa atual das práticas do Halloween.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Das coisas que eu sei..





















* Que passar esmalte à noite não dá..
* Que deixar de fazer aquilo no exato momento..
* e pensar a depois eu faço, é besteira...
* Ou você faz ou não.
* Ou você vai me amr ou vai me odiar..
* Não gosto de meio termo.
* Eu gosto de domir com chuva.
* E no escuro, sem luz na minha cara.
* Eu gosto de sentir perfumes.. diversos..
* Eu gosto de cabelo curto, mas aprendi a gostar dos longos..
* Castanho é sempre melhor opção..
* Quer mudar fique do jeito que você sempre e nunca teve coragem de fazer!
* Dormir no trem é um tipo se sono, que eu ainda não sei explicar..
* Os olhos falam mais que a boca..
* Não importa o mais longe que você já, sempre tem alguém que te conhece..
* Eu gosto de chocolate..
* Ainda assito desenhos, e dai?
* Gosto de filmes de terror mais tenho [medo]
* Gosto de gloss, mas prefiro baton [ vermelho]
* Sonho com pessoas desconhecidas..
* e com as conhecidas também..
* Que eu posso me apaixonar 100.000 vezes, mas amar..
* Eu ainda acredito nas pessoas..
* Odeio gente chata!
* Desodorante é melhor sem cheiro..
* Prefiro johnny depp a Brad Pitt..
* Eu ainda tenho um mp3!!!
* Um doce que eu sei fazer é brigadeiro..
* Que eu sempre me encanto som um shampoo diferente..
* Salto é salto..
* Eu já cantei sem saber a letra..
* E já ouvi a mesma música diversas vezes..
* Músicas me lembram pessoas..
* Eu adoro ficar de pijama!
* Sou apenas mais uma que usa All star..
* Penso em você..

AA - Anônimos Anônimos

Por Marcelo Sguassabia

--Central de atendimento do AA – Anônimos Anônimos, boa tarde. Com quem eu falo?

--Pergunta besta. É lógico que não vou dizer.

--Ah, é um dos nossos. Qual o problema, alguma recaída?

--Claro. Por que acha que estou ligando? Pra ficar falando de mim, que eu sou o máximo, que eu faço e aconteço? Se telefonasse pra isso seria um indício de cura, e conseqüentemente não precisaria ligar para o plantão. Na verdade, não é bem uma recaída. É uma reclamação.

--Ok, senhor. Pode falar.

--Vou falar, mas o mínimo necessário. O suficiente pra que você me entenda e aconselhe. Na última reunião do AA vocês vieram com uma conversa que eu tinha de passar por uma prova de fogo: tirar minha carteira de identidade. Bom, num esforço sobre-humano, saí pra providenciar. Aí o sujeito lá do Poupatempo apareceu com um formulário que era um verdadeiro inquérito pra cima de mim. Queria saber meu nome, endereço, local de nascimento, disse que precisava tirar foto... imagina o absurdo, tirar fotografia! Depois de 54 anos incógnito.

--Mas o senhor tem 54 anos e até hoje não tem identidade?

--Meu anonimatismo é severo, grau 5 – quase 6, minha filha.

--Sim... prossiga, estou anotando.

--Anotando? Anotando o quê? Exijo que rasgue imediatamente seus apontamentos. Se alguém lê pode identificar o problema relatado com a minha pessoa, e aí eu me torno conhecido. Respeite meu direito ao anonimato. Não se esqueça que essa regra consta no código de ética dos Anônimos Anônimos.

--De fato, senhor. Desculpe a indiscrição.

--É bom que me respeite mesmo. Meu avô foi um Sicrano inveterado, meu pai foi um Beltrano de marca maior e eu sou um Fulano com F maiúsculo. Três gerações de gente que graças a Deus passou despercebida por este mundo de pessoas que só querem aparecer. Uma célebre dinastia de desconhecidos, da qual nunca ninguém há de ouvir falar.

--Tudo bem, Sr. Fulano. Pode continuar contando o seu problema.

--Alto lá. Um anônimo que se preza não conta coisa nenhuma a quem quer que seja, ainda que a senhorita seja também uma anônima para mim. Sabe como é, as paredes têm ouvidos, os telefones têm grampos e há poucos lugares no planeta não esquadrinhados por uma câmera de segurança. Talvez estejamos ambos, no momento, sendo vigiados por um terceiro. Quem sabe um quarto, quiçá um quinto... só de falar já me apavoro.

--Mas senhor, é preciso convir que anonimato tem limite.

--Limite? Só se for pra você. O anonimato é a liberdade extrema, é justamente a ausência de limite. Ninguém me cobra nada – nem deveres, nem favores, nem prazos, nem satisfação de coisa nenhuma.

--Mas o senhor não tem amigos, não trabalha?

--Trabalho numa Sociedade Anônima. Não tenho a menor idéia de quais são os meus sócios e tudo vai muito bem assim, do jeito que está. Até pouco tempo atrás só aparecia lá na empresa pra assinar o pró-labore. Ia disfarçado de mulher, mas desconfiei que estavam me reconhecendo. Agora arrumei um testa-de-ferro que cuida de tudo, se passando por mim para que eu continue passando em brancas nuvens. Igualzinho o cara que assina este texto. Pra quem não sabe, ele não existe. É pseudônimo.


ahahahha..